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Olá, mulheres lindas!

Nada de novo por hoje. Meu quadro continua estável e muito bom! 🙂

Vim só compartilhar a entrevista que a Dra. Mônica Lopes, a fisioterapeuta uroginecológica que cuida de todas as meninas do nosso grupo que são do Rio, deu no programa do Jô.

Ela não fala sobre vulvodínia, mas sobre sexualidade e cuidados com o períneo como um todo. Vale a pena!

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Boas-novas!

Como vão?

Precisei me afastar por motivos pessoais, mas o grupo de e-mail continuou bombando!

E a boa notícia é que o título desse blog é cada vez mais comum para as mulheres que participam.

Ou seja: VULVODÍNIA TEM JEITO.

Com antidepressivos, anticonvulsisos, cuidados com a higiene local, alimentação e o biofeedback, muitas estão parcialmente curadas, e algumas, quase 100%.

Nossas amigas acharam vídeos muito bacanas com casos de cura da vulvodínia.

O primeiro relata três casos de cura e traze explicações muito interessantes, com embasamento do Dr. Goldstein, um dos maiores especialistas do mundo no assunto, se não o maior.

O segundo fala sobre um produto específico, o Neogyn, que, em teoria, é milagroso e cura a vulvodínia.

 

Os vídeos são  em inglês, mas pra quem não domina a língua temos uma opção:

-Clique em “CC”, na barra do “play” do vídeo, e marquem “Transcribe Audio”.

-Clique em “CC” novamente e selecione a opção de “translate”, escolhendo o Português, claro! 🙂

Essa transcrição seguida de tradução traz algumas falhas, mas o grosso dá pra entender.

OBS. De onde tiraram que a tradução de “vulvodínia” é “REPUBLICANA”? rs

 

 

Beijos, e nosso grupo de email continua sempre aberto e receptivo a todas que sofrem em silêncio ou ouvem as maiores atrocidades de seus médicos ignorantes.

No próximo post vou contar mais sobre o biofeedback!

Beijos!

Vamos pra frente, que pra trás não dá mais.

Olá, pessoas.

Tudo bem?

Demorei e muito a voltar aqui, eu sei.

Foi mais um período de gangorra, aparentes melhoras e gritantes pioras, e assim sucessivamente.

Porém, desistir jamais!

Voltei à minha GO. Fofa e atenciosa como sempre, me passou um novo pacotão de medidas. Como ela cuida de mim desde que eu tenho 16 anos e conhece bem meu organismo, para ela, a minha vulvodínia está atrelada a algum fator hormonal. Olhando a minha ficha, eu sempre me queixei de um pequeno ardor vaginal no período pré-menstrual e quando tentei alguns anticoncepcionais. Digo “minha”, pois a Vulvodínia continua sendo um dos grandes enigmas da medicina, e, apesar dos sintomas serem os mesmos em milhares de mulheres mundo afora, as causas são as mais variadas e inexplicáveis.

Então, eu vou compartilhar com vocês o que ela me recomendou e receitou:

-Nova tentativa com o antidepressivo Pamelor, dessa vez com uma dosagem maior. Antes eu estava tomando 25mg, aumentamos para 75mg, divididos em 2 x ao dia: um comprimido de 50mg e outro de 25mg.

Inicialmente, minha intenção era pedir a Gabapentina, medicamento que deu ótimos resultados com algumas das meninas do grupo de email. Porém, ela acha que é uma medicação um tanto quanto forte, e preferiu tentar novamente o antidepressivo, e se, até 6 meses eu não tiver resultado nenhum, partiremos pra “Gabinha”, como é carinhosamente chamada pelas meninas.

-Passar a lavar lá com água mineral. A água atualmente está com muito cloro e isso pode irritar mais. No meu caso específico, eu sempre tive uma acidez local bem forte por natureza, então, devo procurar as águas com maior concentração de bicarbonato e fazer duchas com bicarbonato diretamente.

-Usar absorvente interno: pois é, por mais que seja incômodo por conta da dor, com OBs da vida, evitamos o contato direto do sangue cheio de hormônio com o canal vaginal.

-Colpotrofine 3x por semana: É um creme vaginal que faz o efeito de um hormônio, sem ser: auxilia na lubrificação e fortalecimento dos tecidos locais.

-Chá de transagem. (fala-se TRANÇAGEM) Essa erva comprovadamente estimula a produçao de celulas na nossa região da mucosa, o que, como a Colpotrofine, deixa o tecido da região mais forte e mais lubrificado. Me contou que existe até um laboratório querendo desenvolver um creme à base de transagem, exatamente para Vulvodínia! A recomendação é comprar naquelas barraquinhas de erva em feira, preparar chá, deixar esfriar, e fazer compressa no local uma vez por dia, e perto de menstruar, 2 ou mais.

-Qlaira: nova pílula que chegou no Brasil. Eu estava há mais de 1 ano sem tomar anticoncepcional, justamente pelo medo do ardor piores. Mas essa tem uma fórmula que permite uma absorção mais natural pelo nosso organismo, sem causar tantos efeitos colaterais. Ela evitará as oscilações hormonais que temos naturalmente durante o ciclo. A tentativa é que, mantendo a flora local estável e sem alteração hormonal, o ardor melhore. Comecei a tomar há 3 dias, e de fato, não tive ardência ainda não notei inchaço ou ganho de peso.

-Hemograma quilométrico, que vai ver, entre outras coisas, como andam meus hormônios e a minha B12.

Ela é muito informada, e está por dentro da vulvodínia. Diz que quase nenhum médico quer se especializar/tratar porque é tudo ainda muito incerto e o que funciona pra uma nem sempre funciona pra outra, e por aí vai. As vulvodínicas que o digam!

É isso. Desculpem novamente a demora, prometo que isso não se repetirá!